Portas de Moura, Cerca Velha, Évora
quinta-feira, 29 de setembro de 2016
Estela Cameirão - Workshop «Sky Sketcher»
Estela Cameirão, arquitecta e urban sketcher dos Évora Sketchers, vai realizar nos dias 22 e 23 de Outubro um workshop de diários gráficos no Observatório Lago Alqueva, perto de Monsaraz.
Mais informações no sítio do OLA.
Mais informações no sítio do OLA.
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
(A) Riscar o Património - Cerca Velha
Estive quase para faltar ao encontro, mas a febre do dia anterior tinha-se ido embora naquela manhã e por isso lá consegui manter a tradição de visitar a cidade para os encontros do património.
Aqui ficam o contributo virado para a Cerca Velha da cidade.
Aqui ficam o contributo virado para a Cerca Velha da cidade.
terça-feira, 27 de setembro de 2016
vestígios da Cerca Velha
Pedaços da Cerca Velha em Évora (a) Riscar o Património
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Pequena reportagem do 41º.Encontro ÉSk em Évora
Estava difícil arranjar forma de aqui inserir o "video" com imagens do encontro de sketchers em Évora no dia 24 de Setembro.
Ainda assim estou na expectativa porque a pré-visualização não permite fazer "play" e só depois de publicar é que teremos a certeza da partilha.
A ver vamos...
(a)Riscar a Cerca Velha
Construída e reconstruída por vários povos que por cá passaram (romanos, visigodos e islâmicos) a cerca defendia e limitava a cidade, estabelecendo também uma linha de hierarquia bem visível.
Quando a cidade cresceu as muralhas foram ultrapassadas, ocupadas e fundiram-se com o próprio casario. Alguns troços permaneceram intactos, outros desapareceram por completo e outros ainda vão aparecendo timidamente por entre a paisagem urbana, passando despercebidos aos olhares menos atentos ou a quem não os procura.
O arco de D. Isabel É a única das entradas que ainda subsiste, de origem romana. Por aqui se fazia a ligação da cidade aos povos (mouros e judeus) que entretanto se foram instalando no exterior da cerca.
Mais tarde a mouraria e a judiaria acabariam por ser integradas na cidade, quando se construiu a Cerca Nova.
Quando a cidade cresceu as muralhas foram ultrapassadas, ocupadas e fundiram-se com o próprio casario. Alguns troços permaneceram intactos, outros desapareceram por completo e outros ainda vão aparecendo timidamente por entre a paisagem urbana, passando despercebidos aos olhares menos atentos ou a quem não os procura.
O arco de D. Isabel É a única das entradas que ainda subsiste, de origem romana. Por aqui se fazia a ligação da cidade aos povos (mouros e judeus) que entretanto se foram instalando no exterior da cerca.
Mais tarde a mouraria e a judiaria acabariam por ser integradas na cidade, quando se construiu a Cerca Nova.
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